Blog criado pelos alunos do Departamento de Teoria Literária e Literaturas da UnB, do curso sobre CINEMA, CANÇÃO E LITERATURA NA FRANÇA, ministrado pelo professor Adalberto Müller, para divulgar textos, imagens e canções.

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Link interessante

A Universidade Federal de São Carlos tem uma revista especializada em estudos de audiovisual chamada RUA. O link é http://www.ufscar.br/rua/site/home.php e sua primeira edição especial, desse mês de agosto, é sobre música no cinema. Muito interessante.

Cinema e canção popular

A relação existente entre cinema e canção popular parece ter sido uma constante nos vários países que experimentaram essas mídias em princípios do século XX. No caso da França, o professor Martin Barnier nos mostrou um pouco da riqueza desse contato na palestra do dia 26/08. Gostaria de ressaltar outros casos.
No Brasil, a introdução do cinema sonoro se deu de forma similar à experiência francesa. Márcia Carvalho, no artigo "A canção popular no cinema brasileiro: os filmes cantantes, as comédias musicais e as aventuras industriais da Cinédia, Atlântida e Vera Cruz", disponível em http://www.rua.ufscar.br/artigos/00/marciacarvalho.htm, chama atenção para o fato de que "na primeira década do século, chegou-se a produzir alguns filmes que apresentavam músicos populares como personagens cantantes que dublavam o som da própria voz no momento da exibição. O crítico e historiador de cinema, Alex Viany aponta como o primeiro desses filmes cantantes o filme Nhô Anastácio chegou de viagem, estreado em 1908", coisa bastante parecida e contemporânea das chamadas "phonoscènes" de Alice Guy. Um pouco mais tarde, Paulo Benedetti produziu alguns curtas musicais com artistas populares, que dublavam seus discos para a câmera na tentativa de sincronizar imagem e som. O exemplo abaixo é de um desses filmes, com o Bando de Tangarás, famoso conjunto musical da época, interpretando a canção "Vamos falá do norte". À esquerda, em pé com chapéu de palha e violão, temos Noel Rosa, em seu único registro em movimento. O filme é de 1929.

http://www.youtube.com/watch?v=26GAxh6_aKI&feature=related

Alguns anos depois, o produtor mineiro Adhemar Gonzaga, entusiasmado com as novas possibilidades do som introduzido no cinema, funda a Cinédia, produtora de filmes que vai reunir nos anos 1930 o samba, o carnaval, o rádio e o cinema, em filmes que apresentavam a imagem dos cantores e compositores mais famosos da época. Abaixo, vemos Carmem Miranda e Aurora Miranda interpretando "Cantoras do rádio" de Lamartine Babo, Alberto Ribeiro e João de Barro, no filme "Alô, Alô, Carnaval", dirigido por Adhemar Gonzaga, de 1936.

http://www.youtube.com/watch?v=bsJJ3YPhlzE&feature=related

La Polka de Trottins

http://www.youtube.com/watch?v=NwBDiGG_7Vo&feature=related

Podemos perceber a reverência feita para agradecimento ao público, muito comum ao Music Hall, como se houvesse público. Essas primeiras gravações feitas em playback podem ser consideradas como os primeiros videoclipes.

PHONO-SCENES POLIN

http://www.youtube.com/watch?v=1AVrsM3ASe0&feature=related

O PRIMEIRO CINEMA SONORO

As fonocenas eram realizadas em playback. São algumas das diversas formas de “cinéma parlant” ou “talking movies” que surgiram no início do século, e que recentemente tem obrigado a se rever o nome de “cinema silencioso” ou “cinema mudo” atribuído genericamente a toda a produção cinematográfica anterior a 1927 (quando é lançado All that jazz) As "phonoscènes" de Alice Guy são também precursoras dos soundies e dos videoclips. Para entendê-las, já não bastam conceitos como cinema, canção. Temos que pensá-las a partir de conceitos « novos », como performance e intermidialidade.
Sobre Alice Guy:
http://books.google.com/books?id=JoGCsatYi5sC&pg=PA60&lpg=PA60&dq=phonoscenes&source=web&ots=_6rjlVEX5X&sig=4Vts0p_b7W3qnW2cj_gtcxLUujA&hl=en&sa=X&oi=book_result&resnum=5&ct=result#PPA6,M1

Sobre o “primeiro cinema sonoro”
The Sounds of Early Cinema: [papers of DOMITOR's four-day biennual conference, hosted by the Motion Picture Division of the Library of Congress, Washington D.C., during the first week of June 1998]
By Richard Abel, Rick Altman
Contributor Richard Abel, Rick Altman
Published by Indiana University Press, 2001
ISBN 025333988X, 9780253339881
327 pages

PHONO-SCENES

Dranem, Jiu-Jitsu (1905)

http://www.youtube.com/watch?v=AKxXJOZoEwc&feature=related

Quem disse que o cinema sonoro surgiu e 1927?

Adalberto Muller

PHONO-SCENES

http://www.youtube.com/watch?v=o68_AunpLKs

Mayol

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Une chanson d'amour

Je ne regrette rien
(Charles Dumont e Michel Vaucaire)

Non! Rien de rien ...
Non ! Je ne regrette rien
Ni le bien qu'on m'a fait
Ni le mal tout ça m'est bien égal !

Non ! Rien de rien ...
Non ! Je ne regrette rien...
C'est payé, balayé, oublié
Je me fous du passé!

Avec mes souvenirs
J'ai allumé le feu
Mes chagrins, mes plaisirs
Je n'ai plus besoin d'eux !

Balayés les amours
Et tous leurs trémolos
Balayés pour toujours
Je repars à zéro ...

Non ! Rien de rien ...
Non ! Je ne regrette nen ...
Ni le bien, qu'on m'a fait
Ni le mal, tout ça m'est bien égal !

Non ! Rien de rien ...
Non ! Je ne regrette rien ...
Car ma vie, car mes joies
Aujourd'hui, ça commence avec toi!


Tradução


Não! Eu não lamento nada

Não! Nada de nada...
Não! Eu não lamento nada...
Nem o bem que me fizeram
Nem o mal - isso tudo me é igual!

Não, nada de nada...
Não! Eu não lamento nada...
Está pago, varrido, esquecido
Não me importa o passado!

Com minhas lembranças
Acendi o fogo
Minhas mágoas, meus prazeres
Não preciso mais deles!

Varridos os amores
E todos os seus "tremolos"
Varridos para sempre
Recomeço do zero.

Não! Nada de nada...
Não! Não lamento nada...!
Nem o bem que me fizeram
Nem o mal, isso tudo me é bem igual!

Não! Nada de nada...
Não! Não lamento nada...
Pois, minha vida, pois, minhas alegrias
Hoje, começam com você!


Layane Lorrane

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

A "nebulosa Piaf"

"[...] Esta noção de “nebulosa Piaf” é, na verdade, ainda mais complexa do que parece, com múltiplas conexões ligadas entre si por um simples fenômeno de reação em cadeia perfeitamente comparável à teoria dos dominós. Por exemplo, o caso de Gilbert Bécaud é, deste ponto de vista, bastante significativo.
De 1950 a 1952, ele foi o pianista de Jacques Pills (com quem Édith Piaf casará em setembro de 1952). Naquele ano, a cantora coloca em seu repertório algumas canções cujas músicas são de Gilbert Bécaud e as letras são escritas por ela mesma, Jacques Pills ou Jacques Plante. Quase ao mesmo tempo, Bécaud encontra Louis Amade, que escreve alguns textos pra ele e o aconselha a cantá-los. Amade será então, por conseqüência, um dos três letristas admirados por Bécaud. Maurice Vidalin jamais trabalhou para Piaf, mas Pierre Delanoë, por outro lado, apresentado por Bécaud, lhe escreverá três canções, cujas duas são com as músicas de Charles Dumont, que se tornará um dos últimos compositores importantes da cantora...
Outras ramificações da “nebulosa”: É na casa de Piaf que Gilbert Bécaud faz amizade com Charles Aznavour, com quem escreverá muitas canções, como “Mé qué mé qué” ou “La Ville”, que serão registradas por cada um deles, mas interpretadas e arranjadas de maneira diferente. É na casa dela ainda, que Bécaud encontra Jean Broussolle, que lhe escreverá as letras “d’Alors” e “raconte” e também, que Charles Aznavour conhecerá Jacques Plante, que se tornará um de seus freqüentes colaboradores (“For me... formidable”, “La Bohème”, “Les Comédiens”, etc). E se Maurice Vidalin, o terceiro grande letrista de Bécaud, nunca teve a oportunidade de ter uma letra cantada por Piaf, assinará, por outro lado, vários textos para Aznavour (“Gosse de Paris”, “Liberté”, “Pourquoi viens-tu si tard?”, etc) que trabalhará também com Jean Constantin (“À t’regarder”) ou Robert Gall (“Il faut savoir”, “La mamma”)...
Poderíamos continuar dessa forma até o infinito, passo a passo, enquanto o ciclo de relações e de colaborações aumentasse em torno de Édith Piaf, ao longo do tempo, como se formam os círculos na água ao redor de um único impacto.
Único...como será Yves Montand, outro intérprete excepcional ao qual Édith Piaf terá dado um “empurrãozinho” decisivo no momento da Libertação. Dentre os grandes autores de uma época que não era egoísta, e que tiveram a chance de escrever para Yves, dois nomes são necessariamente importantes: Jacques Prévert e Francis Lemarque (que também trabalharam para Piaf)[...]"
ROBINE, Marc. Il était une fois la chanson française. Paris : Fayard, 2004, p. 75-6.
Tradução deste fragmento :
Talita Faraj Faria.

domingo, 24 de agosto de 2008

Gainsbourg-Godard

Alphaville - Jean-Luc Godard




O Gainsbourg-Godard é um transgênico, uma fusão intermidiática de canção, cinema e literatura. Ele comprova que os genes da Arte são naturalmente híbridos. Em La chanson de Prévert (Enregistré lors de l'émission "Discorama", le 28 avril 1961) é possível observar uma seqüência de nucleotídeos também encontrada no DNA de Alphaville, une étrange aventure de Lemmy Caution (1965). Podem-se confrontar os “éxons” (segmentos codificadores individuais que são traduzidos na cadeia polipeptídica formada por cromossomos poéticos) com as enzimas produzidas nos centros líricos de força. No vídeo da canção, Gainsbourg olha para a câmera, que o enquadra em plano médio e, posteriormente, em primeiro plano. Sua performance faz um contraponto com a música. De um lado, a paisagem sonora se estende aos domínios do lírico, promovendo o estado anímico da “recordação”; de outro lado, em contraposição, o corpo do cantor não se desloca no espaço, permanecendo o tempo todo quase parado. A imobilidade de seu still act é compensada pelos parcos e contidos movimentos e efeitos de câmera (zoom), que sustentam a tensão entre som e imagem. No pano de fundo da cena, a figura de um semáforo, alternando consecutivamente dois sinais de luz, remete-nos diretamente a uma seqüência do filme de Godard. Em Alphaville, o ato performático de Lammy Caution (Eddie Constantine) e Natacha von Braun (Anna Karina), quando estes discutem o sentido do amor, tem aspectos e elementos muito semelhantes ao vídeo da canção de Gainsbourg. Na seqüência cinematográfica, concorrem o poema de Paul Eluard (do livro Capital de la douleur), o movimento dos corpos dos atores, a contraste entre claro e escuro da fotografia, os naipes de cordas que compõem o fundo musical, a voz de Natacha recitando o poema, a montagem coreográfica do cineasta. No filme, a relação entre imagem e som serve ao ato performático, como no vídeo de Gainsbourg. É como se o poema de Eluard compusesse uma canção, juntamente com o fundo musical. Se Gainsbourg permanece imóvel, na cena de Godard os atores dançam. O sinal de luz intermitente, como de um semáforo, faz com que a imagem dos planos se alternem entre claro e escuro, imagem e escuridão total. Seria o semáforo de La chanson de Prévert? No mais, a letra da canção instiga a discussão sobre a autoria, revelando o caráter híbrido do gênero. A questão do autor é o tema da nouvelle vague, movimento no qual se insere a obra cinematográfica de Godard. E Alphaville é um mix de cinema noir, com ficção científica, comic books, George Orwell, Aldous Huxley. Como se observa na amostra dos gametas, ambas as obras foram geradas num mesmo contexto embrionário: o da Poesia.

Canção francesa de 1860 é considerada a gravação mais antiga do mundo

San Francisco, 7 abr (EFE).- São apenas dez segundos durante os quais uma voz feminina entoa uma canção popular francesa, mas esta gravação, datada de 1860, é a mais antiga do mundo e foi recentemente descoberta por dois pesquisadores dos Estados Unidos.
No início deste ano os historiadores David Giovannoni e Patrick Feaster descobriram uma versão de "Au Clair de la Lune", de Pierrot Répondit, gravada com a ajuda de um aparelho chamado fonoautógrafo."Estávamos procurando desde o ano passado, foi um autêntico trabalho de detetives", reconheceu hoje Giovannoni em declarações à Agência Efe. O fonoautógrafo foi inventado pelo francês Édouard-Léon Scott de Martinville, que chegou a criar imagens visuais do som usando uma agulha que se movia com as ondas sonoras e as marcava em um papel coberto de fuligem.O inventor nunca conseguiu reproduzir a música que gravou, mas décadas antes de os direitos autorais se transformarem em um tema daatualidade, teve a perspicácia de patentear suas gravações.
Giovannoni e Feaster encontraram em 2007 várias gravações de Scott de Martinville no escritório de patentes francês, as escanearam e levaram para os EUA. Ali trabalharam com pesquisadores do laboratório Lawrence Berkeley, na Califórnia, e descobriram que, infelizmente, a técnica de Scott de Martinville não estava muito desenvolvida e que havia marcas no papel, mas não sons gravados.Foi necessário escanear mais amostras do trabalho do inventor francês para encontrar "Au Clair de la Lune" e usar complexas técnicas de leitura ótica para escutar a gravação. A versão de "Au Clair de la Lune" gravada por Scott de Martinville, disponível ao público em alguns sites da internet, é de pouca qualidade, mas pode ser ouvida claramente uma voz feminina e até se reconhece a melodia. O som chega ao ouvinte entrecortado e, segundo Giovannoni,lembrando que na realidade está gravado sobre fuligem, soa como se viesse de trás de uma cortina de fumaça. A gravação é 17 anos mais antiga que "Mary had a Little Lamb", de Thomas Edison, considerada até agora a voz gravada mais antiga do mundo. Apesar disto, Edison, inventor do gramofone, não só conseguiu gravar a canção como também reproduzi-la. Scott de Martinville inventou o fonoautógrafo e realizou as gravações apenas com fins de pesquisa e nunca se preocupou com que outros as escutassem.
"Au Clair de la Lune" foi ouvida pela primeira vez em público na última sexta, durante a conferência anual da Associação de Colecionadores de Som Gravado, na Universidade de Stanford(Califórnia), 148 anos depois de ter sido gravada."A reação das pessoas foi muito gratificante. Todos os presentes eram profissionais e entenderam sua importância", disse Giovannoni à Efe. O historiador diz que, junto com Feaster, continua procurando nos arquivos e não descarta encontrar outras gravações "que poderiam ser inclusive mais antigas"."São parte do patrimônio da humanidade, portanto, se as encontrarmos, vamos tentar dar a elas toda a repercussão que demos a esta gravação", declarou.
Fonte: uol música .
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Heloísa

Trois petites notes de musique - Yves Montand


Discover Yves Montand!

Heloísa Sousa

Trois petites notes de musique/Ont plié boutique/Au creux du souvenir/C'en est fini de leur tapage/Elles tournent la page/Et vont s'endormir/Mais un jour sans crier gare/Elles vous reviennent en mémoire//Toi, tu voulais oublier/Un p'tit air galvaudé/Dans les rues de l'été/Toi, tu n'oublieras jamais/Une rue, un été/Une fille qui fredonnait//La, la, la, la, je vous aime/Chantait la rengaine/La, la, mon amour/Des paroles sans rien de sublime/Pourvu que la rime/Amène toujours/Une romance de vacances/Qui lancinante vous relance/Vrai, elle était si jolie/Si fraîche épanouie/Et tu ne l'as pas cueillie//Vrai, pour son premier frisson/Elle t'offrait une chanson/A prendre à l'unisson/La, la, la, la, tout rêve/Rime avec s'achève/Le tien n'rime à rien/Fini avant qu'il commence/Le temps d'une danse/L'espace d'un refrain//Trois petites notes de musique/Qui vous font la nique/Du fond des souvenirs/Lèvent un cruel rideau de scène/Sur mille et une peines/Qui n'veulent pas mourir

Paroles: Henri Colpi. Musique: Georges Delerue 1961

[Adalberto Muller]

sábado, 23 de agosto de 2008

La chanson de Prévert

Algo acerca de poesia e canção

O som, o ritmo, não são apenas "efeito especial" na poesia; como na canção, são a engrenagem. Podemos dizer que são como a imagem pública de uma pessoa, a aparência. Por isso, a canção consegue uma absorção mais rápida, ela é como o para-si, de Sartre. Ao escolher determinados fonemas, palavras, figuras de linguagem, o poeta tem a possibilidade de trabalhar símbolos que representam sentimentos, ações. O mesmo acontece quando um cancionista decide utilizar um determinado instrumento: imagine uma percussão, com duas pulsações alternadas, forte e fraca, em uma rápida velocidade . O som cria na cabeça do ouvinte uma sensação; sem mesmo nem ter ouvido a letra, ele já cria uma imagem da canção.
Já a letra e o poema são como a intimidade do ser. O poema e a canção são o ser Em-si. As escolhas das palavras - mesmo influenciadas pela escolha do ritmo e rima - criam camadas as serem reveladas e mesmo sendo muito bem analisadas, elas não representam o mesmo para o compositor/poeta e o leitor/ouvinte.
A distinção entre linguagem da música e música da linguagem ocorre principalmente no espaço erudito, onde o local de publicação torna-se muito importante por questões econômicas e de status social. No popular, as duas formas se unem. Podemos ver exemplos disso no samba brasileiro, onde os compositores afirmam que a letra é poesia e os compositores são poetas. Na Idade Mídia (Rodrigo Garcia Lopes) os distanciamentos entre canção e poesia tornam-se menores, pois os recursos multimídia permitem se ver, ouvir e ler um poema ou uma canção ao mesmo tempo. Esses recursos abrem caminhos para intensificar ainda mais o caráter performático da poesia, aproximando-a ainda mais do público de hoje.
Heloísa Sousa

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

INCRICOES PARA A SOCINE

Ja se encontram abertas as inscricoes para ouvintes no XII Encontro Internacional da SOCINE:

www.unb.br/il/tel

ver em noticias

Adalberto Muller

COMPLEMENTO DA BIBLIOGRAFIA E DVDs

O Professor Martin BARNIER trouxe na mala, da França, livros, CDs e DVDs que complementarão de maneira muito enriquecedora nossos trabalhos. Entre o material, destaco os seguintes:

LIVROS

CONWAY, Kelly. The realist singer in French Film. Berkeley/London: Univ. of California Press, 2004.
Um estudo aprofundado sobre cantoras como Fréhel e Damia, e sobre as origens dos Caf’e Concerts parisienses. Uma ótima pedida para quem não lê francês. Em breve disponibilizaremos capítulos no xérox do Henrique.

JEANCOLAS, Jean-Pierre. Histoire du cinéma Français. Paris : Armand Collin, 2007.
Um manual de 12o páginas, compacto e completo. Vou disponibilizar a parte relativa ao curso.

COCTEAU, Jean. Romans, poésies, ouevres diverses. Paris, Robert Lafont.
Inclui « La voix humaine » e os roteiros de filmes.

DVDs

-COFFRET COCTEAU.
- JACQUES BREL (Master Series)
- BRASSENS (Master Series)
-GAINSBOURG : du poinçonneur au légionnaire
-EDITH PIAF. Hymne à la môme. EMI

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

SIEGFRIED J. SCHMIDT

Neste vídeo, o Prof. Siegfried J. Schmidt explicita o conceito de mídia, e as relações entre literatura, comunicação e mídia. Um vídeo de Adalberto Müller. Essencial para entender o „contexto midiático“ da literatura no século XX.



CURSO COM MARTIN BARNIER

Nesta terça, 26/8 o prof. Martin Barnier (Lyon2) participa do nosso curso. Imperdível. Na quarta, no auditório da Reitoria, ele dá um mini-curso sobre A VOZ E O SOM NO CINEMA. Inscrições no TEL.

Adalberto Müller

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Sobre este Blog

Este blog foi criado pelos alunos do Departamento de Teoria Literária e Literaturas da UnB, em curso sobre CINEMA, CANÇÃO E LITERATURA NA FRANÇA, para divulgar textos, imagens e canções.