
Marcel Carné nasceu em 1902 em Paris. Estudou na “École des Artes et Méties “ Aos 20 anos, Carné foi um dos assistentes de Jacques Feyder em filmes como “Les Nouveaux Messiers 1929 Le Grand Jeu 1933”. Ele começou a cinematográfica ao lado de Jacques Feyder onde se tornou assistente em filmes como. Por volta de 1930, graças a um concurso, foi redator de um jornal “cinémagazine” passando então a redator-chefe de outra revista “Herdon Film”, onde pouco demorou, pois seu objetivo principal era fazer cinema. Logo, Carné se revelou como crítico e fez um filme reportagem de 550 metros, ”Nogent Eldorado du Dimanche” foi estreado no Studio des Ursulinos. Hoje cópias desse filme fazem parte dos arquivos da Cimethèque Française.
Dois filmes contribuíram para que Carné fosse ainda maior artista na frança “Les Visiteurs Du Soir”, é a ilustração clara de uma lenda medieval em ritmo quase musical. A história de dois menestréis que admitidos no castelo de um barão provençal, se revelam emissário do Diabo. O segundo dessa fase foi Les Enfants du paradis a filmagem começou em 1943, nos estúdios de Nice, a aventura se tornou em uma das maiores obras de realização entre Carné, Prevert e Jean Louis Barrault durante o qual o autor narrou o episódio de vida de Debureu (Baptiste), mestre da mímica, isso sugerindo a idéia de um filme sobre os mímicos, equilibristas, os artistas no palco e os espectadores nas torrinhas – les paradis- que viviam em 1840 no Boulevard do Templo ou do Crime, em Paris. Dessa trama destacam-se figuras como a bela Garance, o anarquista Lacenaire, a frágil Nathalie e Frédérick.
http://en.wikipedia.org/wiki/Marcel_Carn%C3%A9Dois filmes contribuíram para que Carné fosse ainda maior artista na frança “Les Visiteurs Du Soir”, é a ilustração clara de uma lenda medieval em ritmo quase musical. A história de dois menestréis que admitidos no castelo de um barão provençal, se revelam emissário do Diabo. O segundo dessa fase foi Les Enfants du paradis a filmagem começou em 1943, nos estúdios de Nice, a aventura se tornou em uma das maiores obras de realização entre Carné, Prevert e Jean Louis Barrault durante o qual o autor narrou o episódio de vida de Debureu (Baptiste), mestre da mímica, isso sugerindo a idéia de um filme sobre os mímicos, equilibristas, os artistas no palco e os espectadores nas torrinhas – les paradis- que viviam em 1840 no Boulevard do Templo ou do Crime, em Paris. Dessa trama destacam-se figuras como a bela Garance, o anarquista Lacenaire, a frágil Nathalie e Frédérick.
Museu da arte moderna. Historia do Cinema Francês, 1959.
Jussara Souza Almeida 0688193
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